Sentença contra loja que forçou vendedora a gravar vídeos constrangedores
Empresa de Ipatinga é penalizada judicialmente por impor gravação de publicidades com trajes inadequados
Início da situação
Uma funcionária contratada para funções de vendas em um estabelecimento comercial de Ipatinga enfrentou uma mudança significativa em suas funções. A profissional foi compelida a participar de gravações promocionais vestindo trajes justos e decotados, contrariamente ao combinado inicialmente. A situação gerou desconforto e constrangimento.
Processo judicial e condenação
A colaboradora decidiu recorrer à Justiça do Trabalho para contestar essa imposição. A juíza Daniele Cristine Morello Brendolan Maia, da 4ª Vara do Trabalho de Coronel Fabriciano, analisou as provas e confirmou que a exigência extrapolou o poder diretivo do empregador. A magistrada considerou que a prática causou constrangimento. A empresa argumentou que a prática era legal, mas a sentença de primeira instância foi mantida pela Terceira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT-MG).
Reportagem original publicada pela RCWTV: loja é condenada por obrigar vendedora a gravar vídeos com roupas justas.
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